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Após CV matar técnicos de internet, um suspeito é morto e outro preso

 

Reprodução / Redes Sociais

Um dos integrantes do Comando Vermelho (CV) suspeito de envolvimento no assassinato de três técnicos de uma empresa de internet foi morto a tiros em confronto com policiais e outro foi preso neste domingo (21/12), durante uma operação da Polícia Civil (PCBA) em diferentes bairros da capital baiana.
Batizada de Operação Signum Fractum, a ação foi deflagrada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com apoio de outras unidades especializadas. Os mandados foram cumpridos em bairros do subúrbio e do miolo da capital baiana. Mais de 50 policiais participaram da ação.

Mais de 50 policiais participaram da ação

Um dos faccionados que morreu foi identificado como Jeferson Caíque Nunes dos Santos, conhecido como “Badalo”. Segundo a corporação, ele entrou em confronto com equipes policiais no bairro de Massaranduba, foi socorrido e levado para uma unidade de saúde, mas não resistiu. Conforme as investigações, ele era apontado como um dos responsáveis diretos pela morte dos funcionários.

Já o segundo integrante do CV foi preso no bairro de São Marcos. A identidade dele não foi divulgada, e a PCBA também não detalhou qual teria sido sua participação no crime.

Entenda o caso

  • As investigações apuram a morte de Ricardo Antônio da Silva Souza, de 44 anos, Jackson Santos Macedo, de 41, e Patrick Vinícius dos Santos Horta, de 28. Os três funcionários da empresa Planet Internet foram encontrados mortos na última terça-feira (16/12), no bairro Alto do Cabrito, com marcas de tiros e com mãos e pés amarrados.
  • No dia do crime, as vítimas usavam fardamento da empresa e se preparavam para realizar um serviço em Marechal Rondon quando foram sequestradas e executadas.
  • Um áudio veiculado pelo portal local Bnews revela que o chefe dos trabalhadores recebeu vídeos do momento que os homens eram torturados, mas se recusou a pagar os R$ 8 mil exigidos pelos criminosos.
  • Na gravação, uma pessoa, que teve a voz adulterada pelo veículo para não ter a identidade reconhecida, afirma que o homem atendeu à chamada e viu o momento em que o homem tinha unhas e línguas arrancadas. Após a recusa do pagamento, os três homens foram mortos a tiros.
Fonte: Metropoles

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