A madrinha explica que, por Bruninho ser menor de idade, a reunião só ocorreria com a presença dela e da avó do garoto, Sônia, como medida de proteção. O encontro foi marcado em um apartamento em Copacabana, sem imprensa e sem a esposa de Bruno. No entanto, o ex-goleiro teria ficado incomunicável no dia anterior e não compareceu, alegando posteriormente temer uma “cilada”.
Na carta, Maria do Carmo nega qualquer armadilha, afirma que tudo foi organizado com cautela e critica o fato de Bruno ter levado o caso à imprensa, criando versões contraditórias. Ela revela ainda que a intenção de Bruninho era propor o abandono de processos judiciais contra o pai em troca da informação sobre o paradeiro dos restos mortais de Eliza Samudio, para que a família pudesse dar um enterro digno à modelo.
Bruno, condenado em 2013 pelo assassinato de Eliza Samudio e atualmente em liberdade condicional, justificou o cancelamento alegando exigências excessivas e risco à sua segurança, versão contestada pela madrinha do adolescente.
Fonte: Polemica Paraíba

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