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Pesadelo para Lucas: Cícero e Efraim acenam para união das oposições em um 2º turno

 

As oposições paraibanas começam 2026 mais fortes, quando comparadas ao início de 2022 - quando Pedro Cunha Lima (PSD) perdeu a disputa no segundo turno para o governador João Azevêdo (PSB). O grupo foi ampliado com a chegada do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), do deputado Felipe Leitão (Rep) e da prefeita de Bayeux, Tacyana Leitão (PSB).

Mas o agrupamento terá um desafio. Iniciar e terminar a disputa eleitoral de outubro do mesmo tamanho. Ou melhor: sem perder peças no tabuleiro em um eventual 2º turno.

No sábado (03) o senador Efraim Filho, pré-candidato do União Brasil, foi questionado sobre o assunto. Ele admitiu a possibilidade de apoiar Cícero Lucena em uma 2ª etapa da eleição, desde que exista reciprocidade - desde que Cícero anuncie, antecipadamente, que também fará o mesmo caso Morais chegue com o bolsonarismo no 2º turno.

Já Lucena retribuiu o aceno. Afirmou, um dia depois, que estará aberto ao diálogo e que a possibilidade pode ser construída, argumentando, evidentemente, que espera estar na segunda etapa do pleito.

A eventual união de forças dos dois grupos é um "pesadelo" nos sonhos mais turbulentos do vice-governador Lucas Ribeiro (PP), candidato escolhido pelos caciques da base de João Azevêdo.

É que isso ampliaria as chances de vitória oposicionista e poderia, a depender do cenário, impor novas defecções para a base do Governo - que vem registrando perdas desde 2022.

Menor que na reeleição de Azevêdo, a base de Lucas terá como escudo a boa avaliação do Governo, mas precisará conviver com a ideia de continuidade de um projeto de poder que já perdura por quase 16 anos.

Fonte: Jornal da Paraíba

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