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Cida Ramos descarta filiações oportunistas e garante que PT terá palanque único na Paraíba


A deputada estadual Cida Ramos, que também preside o Partido dos Trabalhadores na Paraíba, avisou nesta terça-feira (10) que a sigla não abrirá suas portas para dirigentes ou pré-candidatos interessados apenas em vantagens eleitorais nas eleições de 2026. Em entrevista ao Programa Hora H, transmitido pela Rede Mais e Rádio POP FM 89.3, a parlamentar criticou quem busca o PT, o PV ou o PCdoB sem trajetória política ou afinidade programática com a Federação Brasil da Esperança.

“O partido não servirá de barriga de aluguel”, afirmou, reforçando que todo pedido de filiação passará por análise criteriosa. O alerta vale também para a federação, cuja composição tem 75% de representantes petistas na Paraíba. Cida lembrou que hoje o bloco conta com dois deputados federais eleitos pelo PT e pretende ampliar essa bancada, mas sempre preservando identidade ideológica e compromisso com as bandeiras históricas das três legendas.

Estratégia eleitoral em debate

As declarações ocorreram logo após a reunião do Grupo de Tática Eleitoral, realizada na tarde desta terça. O encontro discutiu a montagem das chapas proporcionais para 2026 e o fortalecimento da federação. Para o dia 21, está programada a primeira Plenária Regional, que reunirá comissões provisórias e direções estaduais. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, participará dos debates em João Pessoa.

Palanque único para 2026

Cida Ramos também rechaçou a possibilidade de neutralidade do PT na disputa pelo Governo da Paraíba. A fala responde a declarações do deputado federal Luiz Couto, que mencionou eventual liberação dos filiados. A dirigente foi taxativa: o partido terá um único palanque no estado, ainda que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva receba apoio de mais de um candidato a governador. “Não podemos estar em dois palanques nem ficar neutros, caso contrário deixaríamos de ser partido”, observou.

A dirigente acrescentou que o alinhamento local deve respeitar o calendário interno, mas assegurou que haverá definição antes da abertura da janela partidária. Até lá, a federação continuará recebendo pedidos de filiação, avaliando currículo, coerência política e atuação em movimentos sociais.

No campo proporcional, o objetivo imediato é ampliar a bancada federal e consolidar vagas na Assembleia Legislativa. Para isso, o Grupo de Tática Eleitoral elabora cenários, mapeia regiões com potencial de votação e analisa possíveis reforços que cheguem com trabalho de base comprovado. “Queremos nomes que somem, não que apenas utilizem a estrutura partidária como trampolim”, completou Cida Ramos.

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